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Números 24

  1. Vendo Balaão que era do agrado de Jeová, que abençoasse a Israel, não foi, como antes, ao encontro de agouros, mas voltou o rosto para o deserto.
  2. Levantando Balaão os olhos, viu ao Israel acampado nas suas tendas segundo as suas tribos; e veio sobre ele o Espírito de Deus.
  3. Proferiu o seu discurso, e disse: Oráculo de Balaão, filho de Beor, oráculo do homem que tinha os olhos fechados,
  4. oráculo daquele que ouve as palavras de Deus, que vê a visão do Todo-poderoso, que cai, e tem os olhos abertos:
  5. Quão formosas são as tuas tendas, ó Jacó, as tuas habitações, ó Israel!
  6. Como vales que são bem extensos, como jardins à beira dos rios, como árvore de aloés que Jeová plantou, como cedros junto às águas.
  7. Dos seus baldes correrão águas, e os seus descendentes estarão em muitas águas, o seu rei levantar-se-á acima de Agague, e o seu reino será exaltado.
  8. Deus que o tirou do Egito é para ele como a glória do boi selvagem. Ele devorará as nações, seus adversários, e lhes quebrará os ossos, e os traspassará com as suas flechas.
  9. Agachou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? Bendito aquele que te abençoar, e maldito o que te amaldiçoar.
  10. A ira de Balaque acendeu-se contra Balaão, e bateu com as mãos. Disse Balaque a Balaão: Chamei-te para amaldiçoares os meus inimigos, e eis que já três vezes os abençoaste.
  11. Agora foge para o teu lugar; pensei em encher-te de honras, mas eis que Jeová te privou das honras.
  12. Respondeu Balaão a Balaque: Não disse eu também aos teus mensageiros que me enviaste:
  13. Se Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, não poderia ir além da ordem de Jeová para fazer de mim mesmo ou o bem ou o mal; o que disser Jeová, isso falarei?
  14. Agora eis que vou para o meu povo; vem, avisar-te-ei o que fará este povo ao teu povo nos últimos dias.
  15. Balaão proferiu o seu discurso, e disse: Oráculo de Balaão, filho de Beor, oráculo do homem que tinha os olhos fechados,
  16. oráculo daquele que ouve as palavras de Deus, que conhece o conhecimento do Altíssimo, que vê a visão do Todo-poderoso, que cai, e tem os olhos abertos:
  17. Eu o vejo, porém não agora; eu o contemplo, porém não de perto. De Jacó nascerá uma estrela, e de Israel se levantará um cetro, que ferirá as fontes de Moabe, e a cabeça de todos os filhos de orgulho.
  18. Edom será uma possessão, Seir, seus inimigos, também será uma possessão, enquanto Israel faz proezas.
  19. De Jacó um dominará, da cidade serão destruídos os sobreviventes.
  20. Balaão a Amaleque proferiu o seu discurso e disse: Amaleque era a primeira das nações, mas o seu fim será para destruição.
  21. Viu os queneus, proferiu o seu discurso, e disse: Durável é a tua habitação, e posto entre as penhas o teu ninho.
  22. Caim há de ser destruído; até quando? Assur te levará cativo.
  23. Proferiu ainda o seu discurso e disse: Ai, quem viverá, quando Deus fizer isto?
  24. Naus virão das costas de Quitim e eles afligirão a Assur, também afligirão a Héber, que também será para destruição.
  25. Tendo-se Balaão levantado, foi-se e voltou para o seu lugar; e também Balaque foi o seu caminho.

Números 23

  1. Então disse Balaão a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros.
  2. Fez Balaque como Balaão falara; e Balaque e Balaão ofereceram sobre cada altar um novilho e um carneiro.
  3. Disse mais Balaão a Balaque: Fica-te em pé junto ao teu holocausto, e eu irei. Porventura Jeová me sairá ao encontro; o que ele me mostrar, eu to direi. E foi a um alto.
  4. Deus encontrou-se com Balaão; e este lhe disse: Preparei os sete altares, e sobre cada altar ofereci um novilho e um carneiro.
  5. Jeová pôs uma palavra na boca de Balaão, e disse: Volta para Balaque, e assim falarás.
  6. Voltou para ele, e eis que estava em pé junto ao seu holocausto, ele, e todos os príncipes de Moabe.
  7. Balaão proferiu o seu discurso, e disse: Balaque me faz vir de Arã, o rei de Moabe dos montes do Oriente: Vem, amaldiçoa-me a Jacó, e vem, denuncia a Israel.
  8. Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Ou como posso denunciar a quem Jeová não denunciou?
  9. Pois do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo: Eis que é um povo que habita só, e não será reputado entre as nações.
  10. Quem contou o pó de Jacó, ou enumerou os miríades de Israel? Que eu morra a morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.
  11. Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoares aos meus inimigos, e eis que nada fizeste senão abençoá-los.
  12. Respondeu-lhe Balaão: Não devo eu cuidar de falar o que Jeová me puser na boca?
  13. Disse-lhe Balaque: Vem comigo a outro lugar, donde os poderás ver. Verás somente a sua parte extrema, e a todos eles não verás; e amaldiçoa-mos dali.
  14. Levou-o ao campo de Zofim, ao cume de Pisga, e edificou sete altares, e sobre cada altar ofereceu um novilho e um carneiro.
  15. Respondeu a Balaque: Fica aqui em pé junto ao teu holocausto, enquanto eu vou ali ao encontro de Jeová.
  16. Jeová encontrou-se com Balaão, e pôs-lhe na boca uma palavra e disse: Volta a Balaque, e assim falarás.
  17. Vindo a ele, eis que estava em pé junto ao seu holocausto, e os príncipes de Moabe com ele. Perguntou-lhe Balaque: Que falou Jeová?
  18. Balaão proferiu o seu discurso, e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve, escuta-me, filho de Zipor:
  19. Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou tendo falado, não o cumprirá?
  20. Eis que para abençoar recebi ordem; se Ele abençoar, não o posso revogar.
  21. Não se observa desastre em Jacó, nem se vê calamidade em Israel; Jeová seu Deus está com ele, e no meio dele se ouvem vivas ao seu rei.
  22. Deus que o tirou do Egito é para ele como a glória de um boi selvagem.
  23. Não há agouros em Jacó, nem adivinhações em Israel, agora se poderá dizer a Jacó e a Israel: Que fez Deus!
  24. Eis que o povo se levanta como uma leoa, e se porá em pé como um leão; não se deita até que devore a presa, e beba o sangue dos que forem mortos.
  25. Então disse Balaque a Balaão: Nem o amaldiçoes, nem o abençoes.
  26. Respondeu, porém, Balaão a Balaque: Não disse eu: Tudo o que Jeová falar, isso tenho de fazer?
  27. Tornou Balaque a Balaão: Vem agora, levar-te-ei a outro lugar; porventura será do agrado de Jeová que dali mo amaldiçoes.
  28. Então Balaque levou a Balaão ao cume de Peor, que olha para Jesimom.
  29. Disse Balaão a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros.
  30. Fez Balaque como Balaão dissera, e sobre cada altar ofereceu um novilho e um carneiro.

Números 22

  1. Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas planícies de Moabe além do Jordão na altura de Jericó.
  2. Balaque, filho de Zipor, viu tudo o que Israel fizera aos amorreus.
  3. Moabe tinha grande medo do povo, porque era muito; e estava angustiado por causa dos filhos de Israel.
  4. Disse aos anciãos de Midiã: Agora esta multidão roerá tudo quanto estiver ao redor de nós, como o boi rói as ervas do campo. Nesse tempo Balaque, filho de Zipor, era rei de Moabe.
  5. Enviou ele mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio, à terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra, e estaciona defronte de mim.
  6. Vem agora amaldiçoar-me a este povo; porque é mais forte do que eu: porventura prevalecerei, de modo que eu o fira, e o expulse da terra; pois sei que será abençoado aquele a quem abençoares, e amaldiçoado aquele a quem amaldiçoares.
  7. Partiram os anciãos de Moabe e os anciãos de Midiã, levando nas mãos com que pagar os encantamentos; foram a Balaão e referiram-lhe as palavras de Balaque.
  8. Ele lhes respondeu: Ficai aqui esta noite, e vos trarei a resposta que Jeová me der; os príncipes de Moabe ficaram com Balaão.
  9. Veio Deus a Balaão e perguntou-lhe: Quem são estes homens que estão contigo?
  10. Respondeu Balaão a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe, os enviou, para que me dissessem:
  11. Eis que o povo que saiu do Egito, cobre a face da terra; vem agora amaldiçoar-mo; talvez assim poderei pelejar contra ele, e expulsá-lo.
  12. Tornou Deus a Balaão: Não irás com eles; não amaldiçoarás o povo, porque é bendito.
  13. Levantando-se Balaão pela manhã, disse aos príncipes de Balaque: Ide para a vossa terra, porque Jeová recusa deixar-me ir convosco.
  14. Tendo-se levantado os príncipes de Moabe, voltaram a Balaque e disseram: Balaão recusou vir conosco.
  15. Tornou Balaque a enviar príncipes em maior número e de maior qualidade do que aqueles.
  16. Os quais, chegando a Balaão, lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Não te demores em vir a mim,
  17. porque grandemente te honrarei, e farei tudo o que me disseres. Vem, pois, amaldiçoar-me este povo.
  18. Respondeu Balaão aos servos de Balaque: Se Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia ir além da ordem de Jeová meu Deus, para fazer coisa alguma grande ou pequena.
  19. Agora rogo-vos que fiqueis aqui também esta noite, para que eu saiba o que Jeová me falar mais.
  20. Veio Deus a Balaão de noite, e disse-lhe: Se os homens te vierem chamar, levanta-te, vai com eles; mas somente aquilo que eu te falar, isso farás.
  21. Levantou-se Balaão pela manhã, albardou a sua jumenta, e partiu com os príncipes de Moabe.
  22. Acendeu-se a ira de Deus, porque ele ia; e o anjo de Jeová pôs-se-lhe no caminho por adversário. Ora Balaão ia montado na sua jumenta, e tinha dois servos consigo.
  23. A jumenta viu o anjo parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão, desviou-se do caminho e ia pelo campo; Balaão fustigou-a para fazê-la tornar ao caminho.
  24. Então o anjo de Jeová parou numa azinhaga entre as vinhas, com uma sebe num e noutro lado.
  25. Vendo a jumenta o anjo de Jeová, coseu-se com o muro, e comprimiu o pé de Balaão contra o muro; ele a tornou a fustigar.
  26. O anjo de Jeová passou mais adiante, e parou num lugar estreito, onde não era possível desviar-se nem para a direita nem para a esquerda.
  27. Vendo a jumenta o anjo de Jeová, deitou-se debaixo de Balaão; acendeu-se a ira de Balaão, e fustigou a jumenta com a sua vara.
  28. Então Jeová abriu a boca da jumenta, e ela perguntou a Balaão: Que te fiz eu para que me fustigasses estas três vezes?
  29. Respondeu Balaão à jumenta: Porque zombaste de mim; oxalá tivesse eu uma espada na mão, pois eu te haveria matado.
  30. Tornou a jumenta a Balaão: Acaso não sou a tua jumenta, em que cavalgaste toda a tua vida até hoje? Porventura tem sido o meu costume fazer-te coisa semelhante? Ele respondeu: Não.
  31. Então abriu Jeová os olhos de Balaão, e ele viu o anjo de Jeová parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; inclinou a cabeça e prostrou-se com o rosto em terra.
  32. Disse-lhe o anjo de Jeová: Por que fustigaste a tua jumenta estas três vezes? Eis que eu saí como adversário, porque o teu caminho é perverso diante de mim.
  33. A jumenta viu-me, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se tivesse desviado de mim, certamente eu te mataria, e pouparia a vida dela.
  34. Respondeu Balaão ao anjo de Jeová: Pequei, porque não sabia que tu paravas no caminho para te opores a mim; agora se não for do teu agrado, voltarei.
  35. Tornou o anjo de Jeová a Balaão: Vai com os homens; mas somente aquilo que eu te disser, isso falarás. Assim Balaão se foi com os príncipes de Balaque.
  36. Tendo Balaque ouvido que Balaão era chegado, saiu-lhe ao encontro até Ir-Moabe, que está nos confins formados pelo Arnom, e na fronteira extrema.
  37. Perguntou Balaque a Balaão: Porventura não te enviei mensageiros a chamar-te? Por que não vieste a mim? Não posso eu, na verdade, honrar-te?
  38. Respondeu Balaão a Balaque: Eis-me diante de ti, posso eu, acaso, falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei.
  39. Balaão foi com Balaque, e chegaram a Quiriate-Huzote.
  40. Balaque sacrificou bois e ovelhas, e enviaram deles a Balaão e aos príncipes que com ele estavam.
  41. Pela manhã tomou Balaque a Balaão, levou-o aos altos de Baal, e dali viu a parte extrema do povo.

Números 21

  1. O cananeu, rei de Arade, que habitava no Neguebe, ouviu que Israel vinha pelo caminho dos atarins; pelejou contra Israel, e levou alguns deles cativos.
  2. Então Israel fez um voto a Jeová, dizendo: Se na verdade entregares este povo nas minhas mãos, destruirei totalmente as suas cidades.
  3. Jeová escutou a voz de Israel, e entregou-lhe os cananeus. Os israelitas os destruíram totalmente a eles e às suas cidades; e chamou-se o lugar Hormá.
  4. Então partiram do monte Hor pelo caminho que vai ao mar Vermelho, para rodearem a terra de Edom; e a alma do povo tornou-se impaciente por causa do caminho.
  5. Falou o povo contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito para morrermos no deserto? Pois não há pão e não há água; e a nossa alma tem fastio deste miserável pão.
  6. Enviou Jeová entre o povo serpentes abrasadoras que mordiam o povo; e morreram muitos do povo de Israel.
  7. Veio o povo a Moisés, e disse: Pecamos, porque temos falado contra Jeová e contra ti; ora a Jeová que tire de nós as serpentes. Orou Moisés pelo povo.
  8. Disse Jeová a Moisés: Faze-te uma serpente abrasadora, e põe-na sobre uma haste; e todo o que for mordido, olhando para ela, viverá.
  9. Fez Moisés uma serpente abrasadora, e pô-la sobre uma haste; se alguém era mordido por uma serpente, quando olhava para a serpente de cobre, vivia.
  10. Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se em Obote.
  11. Depois partiram de Obote, e se acamparam em Ijé-Abarim, no deserto que está defronte de Moabe, para o nascente.
  12. Dali partiram e se acamparam no vale de Zerede.
  13. Partido dali, acamparam-se além de Arnom, que é no deserto que se estende do território dos amorreus; porque Arnom é o termo de Moabe, entre Moabe e os amorreus,
  14. que se diz no livro das Guerras de Jeová: Vaebe em Sufá, e os vales de Arnom,
  15. o declive dos vales que se inclina para a situação de Ar, e se encosta aos termos de Moabe.
  16. Dali partiram para Beer; esse é o poço, de que disse Jeová a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água.
  17. Então cantou Israel este cântico: Brota, ó poço! Entoai-lhe cânticos!
  18. Ao poço, que os príncipes cavaram, que os nobres do povo abriram, com o cetro, com os seus bordões. Do deserto partiram para Mataná;
  19. de Mataná para Naaliel; de Naaliel para Bamote;
  20. e de Bamote para o vale que está no campo de Moabe, para o cume de Pisga, que olha para Jesimom.
  21. Então enviou Israel mensageiros a Seom, rei dos amorreus, a dizer-lhe:
  22. Deixa-me passar pela tua terra: não nos desviaremos para os campos, nem para as vinhas, não beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real até que tenhamos passado além do teu território.
  23. Seom não deixou passar a Israel pelo seu território; mas reuniu a todo o seu povo, e saiu ao encontro de Israel no deserto, veio a Jaza, e pelejou contra Israel.
  24. O feriu ao fio da espada, e fez-se senhor da terra dele desde Arnom até Jaboque, até os filhos de Amom; pois o termo dos filhos de Amom era fortificado.
  25. Israel tomou todas estas cidades, e habitou em todas as cidades dos amorreus, em Hesbom, e em todas as suas vilas.
  26. Hesbom era a cidade de Seom, rei dos amorreus, que pelejara contra o precedente rei de Moabe, e tomara da mão dele toda a sua terra, até Arnom.
  27. Pelo que dizem os recitadores de poemas: Vinde a Hesbom! Edifique-se e estabeleça-se a cidade de Seom!
  28. Fogo saiu de Hesbom, uma chama da cidade de Seom; devorou a Ar de Moabe, os senhores dos altos de Arnom.
  29. Ai de ti, Moabe! Perdido estás, povo de Camos: entregou seus filhos como fugitivos, e suas filhas como cativas, a Seom, rei dos amorreus.
  30. Nós os asseteamos; está destruída Hesbom até Dibom, e os assolamos até Nofá, que se estende até Medeba.
  31. Assim habitou Israel na terra dos amorreus.
  32. Mandou Moisés espiar a Jázer, e tomaram as suas aldeias e expulsaram aos amorreus que se achavam ali.
  33. Então voltaram e subiram pelo caminho de Basã. Ogue, rei de Basã, saiu-lhes ao encontro, ele e todo o seu povo, para lhes dar batalha em Edrei.
  34. Disse Jeová a Moisés: Não o temas, porque em tua mão o entreguei a ele, e a todo o seu povo, e à sua terra; far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom.
  35. Feriram-no, pois, a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo, até que nenhum lhes ficou restando; e apossaram-se da terra dele.

Números 20

  1. Os filhos de Israel, a congregação toda, vieram ao deserto de Zim no primeiro mês. Ficou o povo em Cades; ali morreu Miriã, e ali foi sepultada.
  2. Não havia água para a congregação; e ajuntaram-se contra Moisés e contra Arão.
  3. O povo contendeu com Moisés, dizendo: Oxalá que tivéssemos perecido, quando pereceram os nossos irmãos diante de Jeová!
  4. Por que introduzistes a assembleia de Jeová neste deserto, para aí morrermos, assim nós, como os nossos animais?
  5. Por que nos fizestes subir do Egito, para nos introduzir neste mau lugar? Não é lugar de semente, nem de figos, nem de vides, nem de romãs; tampouco há água para beber.
  6. Retirando-se Moisés e Arão da presença da assembleia para a entrada da tenda da revelação, prostraram-se com o rosto em terra; e a glória de Jeová lhes apareceu.
  7. Disse Jeová a Moisés:
  8. Toma a vara, e ajunta a congregação, tu, e Arão teu irmão, e falai à rocha diante deles, que dê as suas águas. Far-lhes-ás sair água da rocha: assim darás de beber à congregação e aos seus animais.
  9. Então tomou Moisés a vara de diante de Jeová, como lhe ordenou.
  10. Moisés e Arão reuniram a assembleia diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi, pois, rebeldes; havemos de fazer sair água desta rocha para vós?
  11. Moisés levantou a mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara; saíram águas copiosamente, e bebeu a congregação, e os seus animais.
  12. Disse Jeová a Moisés e a Arão: Porque não crestes em mim, para me santificardes aos olhos dos filhos de Israel, portanto não introduzireis esta assembleia na terra que lhes dei.
  13. Estas são as águas de Meribá, porque os filhos de Israel contenderam com Jeová, e neles foi santificado.
  14. Moisés enviou de Cades embaixadores ao rei de Edom a dizer-lhe: Assim diz teu irmão Israel: tu bem sabes todo o trabalho que nos tem sobrevindo:
  15. como nossos pais desceram ao Egito, e habitamos ali muito tempo. Os egípcios nos maltrataram a nós e a nossos pais.
  16. e, quando clamamos a Jeová, ele nos ouviu, enviou um anjo que nos tirou do Egito; eis que estamos em Cades, cidade na extremidade do teu território.
  17. Deixa-nos passar pela tua terra: não passaremos pelos campos, nem pelas vinhas, nem beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real, não nos desviaremos para a direita nem para a esquerda, até que tenhamos passado além do teu território.
  18. Respondeu-lhe Edom: Não passarás por mim, não suceda sair eu ao teu encontro com a espada.
  19. Replicaram-lhe os filhos de Israel: Subiremos pela estrada real; se bebermos as tuas águas, eu e os meus animais, darei o preço delas; não desejo outra coisa senão passar a pé.
  20. Respondeu ele: Não passarás. Saiu-lhe Edom ao encontro com muita gente e com mão forte.
  21. Assim recusou Edom deixar passar Israel pelo seu território; pelo que Israel se desviou dele.
  22. Então partiram de Cades; e os filhos de Israel, a congregação toda, foram ao monte Hor.
  23. Disse Jeová a Moisés e a Arão no monte Hor, nos confins da terra de Edom:
  24. Arão será recolhido ao seu povo; pois não entrará na terra que dei aos filhos de Israel, porque fostes rebeldes contra a minha ordem às águas de Meribá.
  25. Toma a Arão e a Eleazar, seu filho, e faze-os subir o monte Hor;
  26. depois de despir dos seus vestidos a Arão, veste-os a Eleazar, seu filho: Arão será recolhido ao seu povo, e morrerá ali.
  27. Fez Moisés como Jeová ordenou; e subiram ao monte Hor à vista da congregação toda.
  28. Moisés despiu a Arão dos vestidos, e vestiu com eles a Eleazar, o filho; Arão morreu ali no cume do monte, e Moisés e Eleazar desceram do monte.
  29. Vendo toda a congregação que Arão era morto, chorou toda a casa de Israel a Arão por trinta dias.

Números 19

  1. Disse Jeová a Moisés e a Arão:
  2. Este é o estatuto da lei que Jeová ordenou, dizendo: Fala aos filhos de Israel que te tragam uma novilha vermelha, perfeita, em que não haja defeito e que ainda não tenha levado o jugo.
  3. Entregá-la-eis ao sacerdote Eleazar, e ele a tirará para fora do arraial, e matá-la-ão diante dele.
  4. Eleazar, o sacerdote, tomando do sangue dela com o dedo, aspergi-lo-á sete vezes para a frente da tenda da revelação.
  5. À vista dele será queimada a novilha; queimar-se-á o couro, a carne e o sangue com o excremento,
  6. e o sacerdote, tomando pau de cedro, hissopo e escarlata, os lançará no meio do fogo que queima a novilha.
  7. Então o sacerdote lavará os seus vestidos, banhará o corpo em água, depois entrará no arraial e estará imundo até a tarde.
  8. Também aquele que a queimar, lavará os seus vestidos em água, banhará o corpo em água e estará imundo até a tarde.
  9. Um homem limpo recolherá a cinza, e a depositará fora do arraial num lugar limpo, e ela ficará guardada para a congregação dos filhos de Israel como a água de purificação: é oferta pelo pecado.
  10. Aquele que recolher a cinza da novilha lavará os seus vestidos, e estará imundo até a tarde: isto será estatuto perpétuo aos filhos de Israel, e ao estrangeiro que peregrina entre eles.
  11. Quem tocar em algum morto, cadáver de algum homem, ficará imundo sete dias;
  12. esse purificar-se-á com esta água ao terceiro dia, e ao sétimo dia se tornará limpo; mas, se ao terceiro dia não se purificar, não se tornará limpo ao sétimo dia.
  13. Quem tocar em algum morto, cadáver de algum homem que tiver morrido, e não se purificar contamina o tabernáculo de Jeová; essa alma será extirpada de Israel; porque a água de purificação não foi lançada sobre ele, ficará imundo, a sua imundícia ainda está nele.
  14. Esta é a lei, quando um homem morrer numa tenda: todo o que entrar na tenda e todo o que estiver na tenda estarão imundos sete dias.
  15. Todo o vaso aberto, sobre que não houver pano atado, está imundo.
  16. Todo aquele que no campo tocar a alguém que for morto pela espada, ou a um cadáver, ou a um osso de homem, ou a uma sepultura estará imundo sete dias.
  17. Para o imundo se tomarão da cinza da queima da oferta pelo pecado, e se deitarão por cima dela águas vivas dentro dum vaso.
  18. Um homem limpo, tomando hissopo, molhá-lo-á na água, e a aspergirá sobre a tenda, sobre todos os vasos, e sobre as pessoas que estavam ali, e sobre aquele que tocou no osso, ou ao que foi morto, ou ao que faleceu, ou à sepultura.
  19. O limpo aspergirá o imundo ao terceiro dia e ao sétimo; purificá-lo-á ao sétimo dia, e aquele que era imundo, lavará os seus vestidos, banhar-se-á em água e ficará limpo à tarde.
  20. Porém o homem que estiver imundo e não se purificar será extirpado do meio da assembleia, porque contaminou ao santuário de Jeová, a água de purificação não foi aspergida sobre ele; está imundo.
  21. Isto lhes será por estatuto perpétuo: quem aspergir a água de purificação lavará os seus vestidos; e quem tocar a água de purificação estará imundo até a tarde.
  22. Tudo quanto o imundo tocar ficará imundo; e a pessoa que tocar estas coisas ficará imunda até a tarde.

Números 18

  1. Disse Jeová a Arão: Tu e teus filhos, e a casa de teus pais levareis sobre vós a iniquidade do santuário; tu e teus filhos, levareis sobre vós a iniquidade do vosso sacerdócio.
  2. Faze chegar contigo também teus irmãos, a tribo de Levi, a tribo de teu pai, para que se unam a ti e te sirvam, enquanto tu e teus filhos estiverdes diante da tenda do testemunho.
  3. Farão o serviço que te é devido a ti e a toda a tenda; porém não se chegarão aos vasos do santuário nem ao altar, para que não morram, nem eles, nem vós.
  4. Unir-se-ão a ti, e farão o serviço que é devido à tenda da revelação, relativamente a todo o serviço da tenda; o estrangeiro não se chegará a vós.
  5. Fareis o serviço que é devido ao santuário e ao altar, para que se não levante outra vez indignação sobre os filhos de Israel.
  6. Eu, eis que tomei do meio dos filhos de Israel vossos irmãos, os levitas; eles vos são uma dádiva, feita a Jeová, para fazer o serviço da tenda da revelação.
  7. Mas tu e teus filhos cumprireis o vosso sacerdócio relativamente a tudo o que é do altar, e a tudo o que está dentro do véu, e servireis. Dou-vos o sacerdócio como serviço de dádiva; o estrangeiro que se chegar, será morto.
  8. Disse mais Jeová a Arão: Eis que eu te dei o que se guarda das ofertas alçadas que me são feitas, a saber, todas as coisas santificadas dos filhos de Israel, a ti as dei como porção, e a teus filhos, por um direito perpétuo.
  9. Isto será teu das coisas santíssimas, reservadas do fogo: todas as suas oblações, a saber, todas as suas ofertas de cereais, e todas as suas ofertas pelo pecado, e todas as suas ofertas pela culpa com que me fazem restituição, serão santíssimas para ti e para teus filhos.
  10. Num lugar santíssimo o comerás; todo o homem o comerá; ser-te-á santo.
  11. Isto é teu: a oferta alçada de suas dádivas, a saber, todas as ofertas movidas dos filhos de Israel. Eu as dei a ti, e a teus filhos, e a tuas filhas, por um direito perpétuo. Todo o que estiver limpo na tua casa, comerá delas.
  12. Tudo o que do azeite há de melhor, e tudo o que do mosto e do grão há de melhor, as primícias destes que eles dão a Jeová, a ti as dei.
  13. Os frutos temporões de tudo o que estiver na sua terra, que são trazidos a Jeová, a ti pertencerão; todo o que estiver limpo na tua casa comerá deles.
  14. Tudo o que for devotado em Israel será teu.
  15. Todo o que abrir a madre, de toda a carne, que oferecem a Jeová, tanto de homens como de animais, será teu; contudo os primogênitos dos homens certamente remirás, e os primogênitos dos animais imundos também remirás.
  16. Os que deles hão de ser remidos, desde a idade de um mês os remirás, segundo a tua avaliação, por cinco siclos de dinheiro, segundo o siclo do santuário (o siclo tem vinte óbolos).
  17. Porém não remirás o primogênito da vaca, nem o primogênito da ovelha nem o primogênito da cabra; eles são santos. Derramarás o seu sangue sobre o altar, e queimarás a sua gordura por oferta queimada, de suave cheiro a Jeová.
  18. As suas carnes serão tuas, como o peito movido e a espádua direita, elas serão tuas.
  19. Todas as ofertas alçadas, as coisas sagradas, que os filhos de Israel oferecem a Jeová, eu as dei a ti, e a teus filhos, e a tuas filhas, por um direito perpétuo; é aliança perpétua diante de Jeová para ti e para a tua semente.
  20. Disse mais Jeová a Arão: Não terás herança na sua terra, nem terás parte entre eles; eu é que sou a tua porção e a tua herança entre os filhos de Israel.
  21. Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, em compensação do serviço que prestam, isto é, do serviço da tenda da revelação.
  22. Para o futuro os filhos de Israel não se chegarão à tenda da revelação, para que não levem sobre si o pecado, e morram.
  23. Mas os levitas farão o serviço da tenda da revelação, e levarão sobre si a iniquidade do povo: será estatuto perpétuo durante as vossas gerações, e entre os filhos de Israel não terão herança.
  24. Porque os dízimos dos filhos de Israel que eles fazem como oferta alçada a Jeová, eu os dei por herança aos levitas; portanto lhes disse: Entre os filhos de Israel não terão herança.
  25. Disse Jeová a Moisés:
  26. Também falarás aos levitas, e lhes dirás: Quando receberdes dos filhos de Israel os dízimos que deles vos dei por vossa herança, fareis uma oferta alçada deles, o dízimo dos dízimos.
  27. Imputar-se-vos-á a vossa oferta alçada, como grão da eira e como a plenitude do lagar.
  28. Assim também fareis uma oferta alçada a Jeová de todos os vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel; e a dareis ao sacerdote Arão.
  29. De todas as dádivas que são feitas, oferecereis toda a oferta alçada que é devida a Jeová, a parte que lhe é consagrada, tudo o que é melhor delas.
  30. Portanto, lhes dirás: Quando alçardes o que há de melhor nos dízimos, será imputado aos levitas como a novidade da eira e como a novidade do lagar.
  31. Comê-lo-eis em todo o lugar, vós e as vossas famílias, pois é vossa recompensa pelo vosso serviço na tenda da revelação.
  32. Pelo que não levareis sobre vós pecado, quando tiverdes alçado o que há de melhor; e não profanareis as coisas sagradas dos filhos de Israel, para que não morrais.